sexta-feira, 11 de setembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Madona Negra

A Virgem Negra

Centenas de ícones de Maria, a mãe de Jesus de Nazaré, possuem as mãos e os rostos negros.
Deixe o incenso e a Vela consumirem-se totalmente.
sábado, 5 de setembro de 2009
A DEUSA HERA- Arquétipo da esposa fiel

Hera para os gregos, Juno para os romanos, a Rainha do Olimpo, governava junto ao seu marido Zeus. Ela era filha de Cronos e Réia, a Grande Mãe deusa titã e foi criada na Arcádia. Teve como ama as Horas, ou as Três Estações.
O pouco que se sabe sobre ela provém de "Ilíada" de Homero, onde ganha fama de esposa ciumenta. É que em culturas patriarcais antigas, os homens tinham por regra, satirizar toda e qualquer mulher que alcança-se algum poder.
Se Hera foi uma mulher disposta à contendas conjugais,é porque ela estava realmente coberta de motivos.
Hera em geral reagia a cada nova humilhação com uma ação,mas a raiva e a vingança não eram suas únicas respostas.
Em outros momentos, ela se retirava em perigrinações aos limites da terra e do mar, nestes períodos ela se envolvia na mais absoluta escuridão, separando-se de Zeus e dos outros olímpicos, os mitos falam que quando ela se recusava a voltar, Zeus provocava o seu ciúme para faze-la retornar, Zeus jamais se separou de Hera.
Embora a mitologia grega enfatize a humilhação e a índole vingativa de Hera, em sua veneração, por contraste ela era grandemente honrada.
Em seus rituais Hera tinha três epítetos e três santuários correspondentes, onde era venerada durante o ano. Na Primavera, ela era Hera Parthenos( a jovem Hera, ou a Virgem); no verão e no outono era celebrada como Hera Teléia ( Hera a Perfeita, a realizadora), e tornava-se Hera Chera ( Hera a viúva) no inverno.
Esses três aspectos de Hera representam os três estados da vida de uma mulher. Como deusa do casamento, Hera foi reverenciada, injuriada, honrada e humilhada; ela mais do que qualquer outra deusa tem atributos marcadamente positivos e negativos. O mesmo é verdadeiro para o arquétipo de Hera , uma força intensamente poderosa para a alegria ou para a dor na personalidade de uma mulher.
O único deus que nasceu da união legítima de Zeus e Hera foi Ares, o deus da guerra. Vemos aqui o arquétipo de uma sociedade contemporânea, configurada em uma família patriarcal. Zeus é o pai, o chefe, o "cabeça do casal". Muito embora existam conflitos persistentes, a supremacia de Zeus é evidente.
Zeus, pai dos deuses e dos homens era um nórdico. Ele e sua paternidade vieram de tribos do norte (que adoravam Wotan ou Odin ), cujo o sistema social era patrilinear ( sociedade patriarcal = sistema comandado exclusivamente pelos homens).
Já Hera, representa um sistema matrilinear (sociedade comandada por mulheres). Ela era a Rainha de Argos, em Samos e possuía no Olímpo um templo distinto de Zeus e anterior a este.Seu primeiro consorte foi Heracles. Quando os nórdicos conquistadores chegaram ao Olímpo,e massacraram a população, concederam às mulheres a lúgubre escolha entre a morte ou a submissão à nova ordem.
Hera reflete, portanto, uma princesa nativa que foi coagida, mas não subjulgada por este povo guerreiro. Assim, sabe-se agora o motivo de que o único filho de Zeus e Hera tenha sido Ares, o deus da guerra. Realmente Zeus e Hera viviam em "pé de guerra"dentro do Olimpo.
Hera foi extremamente humilhada com as aventuras de Zeus. Ele desonrou o que ela considerava de mais sagrado: o casamento. Favoreceu seus filhos bastardos em detrimento de seu filho legítimo e pisoteou seu lado feminino quando ele mesmo deu à luz a sua filha Atena, demonstrando que não precisava Hera nem para conceber.
Nos dias atuais, embora a mulher através de árduas penas tenha conquistado seu espaço, os casamentos não se modificaram tanto assim.
Permanecemos em uma sociedade patriarcal e o casamento ainda é considerado como uma instituição de procriação.
As mulheres continuam a sofrer violências domésticas e profissionais e a busca do tão almejado casamento por amor com satisfação sexual plena é castrado pelas concepções obsoletas cristãs. Mas, muito embora todas estas limitações e deficiências do casamento, a mulher sente-se profundamente atraída por ele.
Romanticamente quase todas as mulheres sonham em compartilhar sua vida e a tarefa de criar seus filhos com um homem, em uma bem estabelecida unidade chamada "família".
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ALINE SANTOS: É Jornalista, Terapeuta Holística,Taróloga,Cabalista, Professora,Educadora Patrimonial, Escritora, Numeróloga, Pesquisadora de Ciências Ocultas, Palestrante, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica, Tarô Terapêutico e Numerologia.
E-mail: arcanjo.azul@hotmail.com
Bibliografia consultada
A Deusa Interior - Jennifer Barker Woolger/Roger J. Woolger
O Oráculo da Deusa - Amy Sophia Marashinsky
A Grande Mãe - Eric Neumann
As Deusas e a Mulher - Jean Shinoda Bolen
A Deusa Tríplice - Adam Mclean
O CULTO DE HERA É ANTERIOR A ZEUS

Estudos mais apurados revelam que Hera já era cultuada muito antes do aparecimento de Zeus. Em Olímpia, seu templo é bem anterior ao do seu marido. Ali foram encontrados selos minóicos onde Zeus aparece de pé, como um guerreiro de barba longa (característica nórdica), junto à Deusa sentada no trono, o que sugere que o Deus é o eleito da Deusa e não o contrário.
Seu nome, que significa "Senhora", e as imagens de serpentes, leões e aves aquáticas que a acompanham lhe outorgam uma linhagem muito antiga.
Gimbutas sugere que, igual à Atena, com a qual aparece em muitas lendas, Hera poderia remontar-se à Deusa serpente do período Neolítico que governava sobre as águas celestiais.
Em "Ilíada" é chamada "Rainha do céu" e "Hera do trono dourado". Também é chamada "Deusa dos brancos braços", uma imagem romântica dos raios de Lua que se estendem pelo céu noturno.
Por outro lado, o epíteto que Homero dá a Hera, "boopis", que significa "De olhos de vaca", sugere que ela também seja uma Deusa da Terra, cuja imagem sempre foi da vaca desde as épocas mais antigas: a Ninhursag suméria e a Hator egípcia, por exemplo, para não mencionar as consortes anônimas de uma longa série de touros fertilizadores cujas aspas tinham forma da lua crescente.
Em certa ocasião, desgostosa com seu marido por haver engendrado a Atena por sua conta, Hera golpeou a terra e convocou a Gea e a Urano.
Deusa de Argos e também de Samos, Hera se apropriou dos templos micênicos e seu culto se estendeu por toda a Grécia. As espigas de trigo eram chamadas de "flores de Hera" e eram colocadas sobre seu altar quando se sacrificava o gado em seu louvor.
O MATRIMÔNIO SAGRADO DE HERA E ZEUS

Em muitos lugares da Grécia se celebrava o matrimônio sagrado entre Hera e Zeus, representando-se de novo o antigo ritual do casamento entre o céu e a terra, que bendizia e regenerava a vida.
"Digo que o filho de Crono estreitou a esposa em seus braços.
Abaixo deles a divina terra fazia crescer branda erva,
lótus cheio de orvalho, açafrão e jacinto
espesso e fofo, que ascendia e protegia o solo.
Nesse tapete se esticavam, cobertos com uma nuvem
bela, áurea, que destilava nítidas gotas de orvalho.
Assim dormia sereno o pai e no mais alto do Gárgaro,
entregue ao sonho e ao amor, com sua esposa nos braços".
Era como se esse acontecimento divino, que antigamente unia os princípios complementares do universo, se secularizasse na Grécia patriarcal para servir, antes de tudo, como modelo para o reto ordenamento da sociedade mediante o cumprimento devido à cerimônia do matrimônio.
"Tu eres quem passa a noite nos braços do supremo Zeus", se converteu na expressão emblemática da autoridade de Hera, uma fonte ambivalente de satisfação para alguém acostumada a ser Deusa por direito próprio, como implicam os relatos de sua fúria ante a liberdade de Zeus.
Enquanto Hera, as vezes, compartilha o altar com Zeus, a recordação de sua antiga independência sempre estava presente: ele não devia duvidar que a Deusa era sua irmã maior, e que inclusive o salvou, quando era criança de seu pai Crono, posto que em alguns relatos foi ela mesma que o levou à Creta.
Todas essas histórias, lidas simbolicamente, contribuem para aumentar o sentimento de protesto mitológico ante a perspectiva de submeter-se ao julgo do matrimônio com um companheiro desigual.
A Deusa Interior - Jennifer Barker Woolger/Roger J. Woolger
O Oráculo da Deusa - Amy Sophia Marashinsky
A Grande Mãe - Eric Neumann
As Deusas e a Mulher - Jean Shinoda Bolen
A Deusa Tríplice - Adam Mclean
Reino das Deusas - Rosane Volpatto
HERA E HERACLES

Outra alusão à seu antigo papel como Grande Deusa, se dá através de sua relação com o herói Heracles (Hércules).
A lenda que rodeia esse episódio conta que Zeus fez com que Hera caísse adormecida e Hermes colocou Heracles em seu peito, porém, como herói que era, a mordeu e a despertou e, enquanto a Deusa se sacudia, o leite se derramou pelo céu dando origem a Via-Láctea.
DEUSA TRÍPLICE

Na Arcádia, ao ser celebrada como a Grande Deusa dos tempos pré-homéricos, Hera possuía três nomes.
Hera renovava anualmente a sua virgindade banhando-se na fonte Cânata, perto de Argos, local consagrado especialmente a ela. Assim, vemos que ela traz em si o arquétipo da eterna renovação, semelhante ao ciclo da Lua em suas fases. Através deste ato, ela une o ciclo lunar, o ciclo menstrual e o ciclo anual da vegetação.
ARQUÉTIPO DE HERA

Jung nos afirma que nenhum de nós chega a totalidade enquanto não vivenciar os aspectos femininos e masculinos da natureza interior. Para tanto, toda a mulher deve "casar"com seu "animus" e todo o homem deve fazer o mesmo com a sua "anima".
Ao contrairmos um casamento no mundo exterior, significa dizer que encontramos um parceiro(a) que reflete os nossos traços sexuais opostos interiores.
Toda a mulher-Hera sabe que o casamento é o caminho pela qual se chega à inteireza e plenitude. O arquétipo de Hera leva à mulher a estabelecer um pacto de lealdade e fidelidade com seu companheiro.
Hera estabelece o arquétipo da relação homem-mulher numa sociedade patriarcal, como esposa e companheira ideal.
O SIMBOLISMO

O seu mito era associado a vaca, o que revela o seu vínculo com a fecundidade e com o nascimento. Seus outros símbolos são a via-láctea, diadema de diamantes, o lírio e a iridescente pena da cauda do pavão, que continha olhos, simbolizando a cautela de Hera.
A vaca sempre foi associada à deusas da Grande-Mãe como provedoras e nutridoras, enquanto a via-láctea, em grego gala significa "leite da mãe", reflete uma crença anterior às divindades olimpicas, de que ela surgiu dos seios da Grande Mãe.
MULHER FÁLICA : HERA HOJE
O arquétipo de Hera só se manifesta nas mulheres na segunda metade da vida.
Basicamente a mulher-Hera quer duas coisas: igualdade e parceria.
Para justificar suas aspirações tenderá enfatizar o conceito de dever no seu casamento.
A esposa-Hera é muito extrovertida, o que significa dizer que é muito sociável, gosta de interagir com outras pessoas.
Ela foi criada para sentar-se ao trono ao lado do marido. Aquela história de que atrás de um homem existe uma grande mulher, é a mais pura verdade e ela é uma Mulher-Hera.
O que acontece entretanto, que raras vezes os homens aceitam compartilhar seu poder com suas esposas, o que pode levá-las à completa frustração.
Quando os gregos começaram a mencionar e documentar os conflitos conjugais entre Zeus e Hera, talvez estivessem aludindo as tensões que podem nascer não apenas do relacionamento entre os sexos no casamento.
Mas também da inevitável desproporção que existe na sociedade entre o papel feminino e o papel masculino, em como a sociedade encara estes papéis. Por debaixo desta dinâmica é fácil visualizar as rixas entre Hera e Zeus.
Desde a época das "Mulheres Megéricas" retratadas nas obras de Shakespeare , a mulher-Hera tem assombrado a sociedade.
Os psicanalistas as chamam de "mulheres fálicas", que esboçam uma associação psicológica com a mulher-Amazona.
Caso seu impulso fálico seja desdenhado por uma parceria desigual, ela entra em colapso, levada por sua ftrustração, poderá perder o controle e acabar sendo impelida por aquilo que deseja controlar.
Os junguianos denominam este fato como "possessão de animus", quando o lado masculino frustrado da mulher, destrutivamente governa os vários aspectos de sua vida íntima.
Quem teve a oportunidade de ver manchetes em que mulheres que sofreram abusos por parte de seus companheiros ou que foram humilhadas e rejeitadas por eles, e acabaram perdendo o controle e se vingando publicamente de forma a destruir a sua imagem pública ou até mesmo suas vidas.
Veja o caso de várias esposas ou amantes de políticos que denúnciam as falcatruas de seus maridos ou companheiros, ou ainda de amantes ou esposas que perseguem seus antigos amores as vezes chegando a extremos.
Há ainda aquelas mulheres que não se vingam dos seus maridos, não só por dependerem financeiramente deles, mas também por não atribuirem a culpa das traições a eles,e sim as suas amantes de quem buscam vingar-se, da mesma maneira que a Deusa Hera se vingava das amantes de Zeus na mitologia grega.
Cenas como estas pode ser vistas até mesmo em novelas, como na novela Caminho das Índias, quem assistiu a cena em que Melissa bate em Ivone sabe do que eu estou falando.
ALINE SANTOS: É Jornalista, Terapeuta Holística, Taróloga, Cabalista, Professora, Escritora, Palestrante, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.
E-mail: arcanjo.azul@hotmail.com
Bibliografia consultada
A Deusa Interior - Jennifer Barker Woolger/Roger J. Woolger
O Oráculo da Deusa - Amy Sophia Marashinsky
A Grande Mãe - Eric Neumann
As Deusas e a Mulher - Jean Shinoda Bolen
A Deusa Tríplice - Adam Mclean
GRAAL - SIGNIFICADO DO ARQUÉTIPO

Portanto, "O Código da Vinci" de autoria de Dan Brown, não é um "insulto à inteligência", como muitas pessoas já se referiram à obra, mas sim, mais uma das muitas interpretações cabíveis no que se refere a "taça do Graal".
O Graal é pois, incontentavelmente um símbolo "Feminino" e a "Busca" que o cavaleiro empreende para encontrar o Graal, é uma busca de feminilidade. Um estudo de várias versões de sua lenda, nos permitirá constituir um dossiê a favor dessa opinião.
ALINE SANTOS: É Jornalista, Terapeuta Holística,Taróloga,Cabalista, Professora,Educadora Patrimonial, Escritora, Numeróloga, Pesquisadora de Ciências Ocultas, Palestrante, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica, Tarô Terapêutico e Numerologia.
E-mail: arcanjo.azul@hotmail.com
CORTEJO DO GRAAL

"As tochas iluminavam a sala com tal claridade que não se podia encontrar um alojamento alumbrado com mais brilho.
A lança que goteja sangue é um dos objetos mais maravilhoso da "busca celta", apesar da interpretação cristã tardia, pois trata-se da lança que teve Lug, que não perdia nenhuma batalha se a tivesse em suas mãos.
Também é a lança do herói irlandês Celtchar, filho de Utechar, personagem bastante estranho que aparece em certas epopéias secundárias do Ciclo de Ulster.
Celtchar, foi ferido por Cet, filho de Maga e tornou-se impotente.
A primeira das pragas é Conganches mac Dedad, irmão de Curoi, que assola o país e contra o qual as lanças e as espadas não surgem efeito.
"Devem cravar pontas de vermelho vivo nas plantas de meus pés e em minha tíbias".
Com conhecimento desse segredo, o pai de Niam consegue matar Conganches.
O tema da gota de sangue no extremo da lança aparece aqui com tanta insistência que não é possível ver uma simples coincidência.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
GRAAL CABEÇA

Uma das narrações mais antigas do País de Gales, que representa a tradição britânica antes da separação dos bretões, nos apresenta uma história da Cabeça Cortada que é bem conhecida, é a história de Bran o Bendito, personagem mitológico considerado como um dos numerosos aspectos do Rei Pescador.
"A expedição a Irlanda organizada por Bran e os bretões, a fim de vingar afronta a sua irmã Branwen e recuperar o caldeirão mágico que ressuscita os mortos, acaba em um desastre.
Essa história tem muitas analogias com o Cortejo do Graal. Para começar, aparece o caldeirão que ressuscita os mortos.
A cabeça desempenha a mesma função do Graal: procura alimento e bebida e impede de envelhecer.
A cabeça, em resumo, lhes restitui o paraíso que haviam perdido ao nascer, o que demonstra claramente uma função materna, feminina, e dita função se vê reforçada pela presença dos pássaros de Rhianonn, e também com a presença de Branwen, cujo nome significa "Seio Branco", e que muito bem poderia ser a portadora da cabeça e portanto, a portadora do Graal.
A narração é um dos aspectos do arquétipo primal do Graal. Os autores da Idade Média tinham conhecimento dessa lenda da cabeça cortada de Bran, pois a encontramos em obras que se referem aos cavaleiros do rei Arthur e a Busca do Graal.
GRAAL PEDRA FILOSOFAL

Existe uma outra lenda célebre de outra pedra mágica na tradição irlandesa, que se trata da "Pedra de Fal", que é a Pedra da Soberania.
Quando o rei Arthur funda a Távola Redonda, Merlim, o Encantador, lhe dá o seguinte conselho:
"A direita de meu senhor o rei, sempre haverá um assento vazio em memória de Nosso Senhor Jesus Cristo, nada se poderá colocar ali, para não correr o perigo de ter a mesma sorte de Moisés, que foi engulido pela terra, exceto o melhor cavaleiro do mundo, que conquistará o Santo Graal e conhecerá seu sentido e verdade".
A Busca do Graal é uma luta sangrenta entre os membros da comunidade para apropriar-se da soberania, sendo dita soberania a Mulher, a Rainha ou Deusa, imagem simbólica da Mãe toda poderosa cujos filhos somos todos nós.
Agora sabemos o sentido profundo dessa busca que enfrentam os homens pela possessão da Mulher, e também o sentido que convêm dar a "Soberania".
O GRAAL CRISTÃO

O Graal passa para as mãos masculinas de José de Arimatéia, não é mais carregado por sua portadora original. Arimatéia é um homem rico que se encarregou do corpo de Jesus depois da crucificação e encarregado de o sepultar. Num cálice recolheu algumas gotas do sangue sagrado.
Como o Santo Graal, possui propriedades milagrosas e confere a seus proprietários um vínculo especial com Deus.
A lenda assim, está claramente entroncada com as origens da abadia de Glastonbury, embora suas fontes e inter-relações permaneçam obscuras.
Nos primeiros tempos do rei Arthur, o encarregado da custódia do Graal era Pelles, que em dado momento decide que chegou a hora para nascer um novo merecedor do Graal.
Pelles tinha uma filha, Elaine e quando Lancelot chega a Corbenic, é o próprio Pelles, que entorpecendo-o com uma poção mágica, o faz acreditar que tem um encontro amoroso com Guinevere e não com sua filha.
O Graal tinha passado da Britânia a um país distante, Sarras.
INICIAÇÃO AO GRAAL

Quando, Percival pela primeira vez alcançou o castelo do Graal, ficou tão dominado pelo terror e admiração, causado pela misteriosa procissão do Graal e da Lança e com seus seguidores que não perguntou sobre eles.
Aqui vemos que é a compreensão que liberta a paralisia da inconsciência.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
TERRA DESOLADA

A Terra Desolada é o retrato de um grande número de indivíduos como também de nações ocidentais em geral.
Hadas y Elfos - Édouard Brasey
La Mujer Celta - Jean Markale
Diccionario de Las Hadas - Katharine Briggs
El Gran Libro de la Mitologia - Diccionario Ilustrado de Dioses, Heroes y Mitos - Editora Dastin; Madrid
Os Mistérios Wiccanos - Raven Grimassi
Livro Mágico da Lua - D. J. Conway
Explorando o Druidismo Celta- Sirona Knight
O Livro da Mitologia Celta - Claudio Crow Quintino
O Amor Mágico -Laurie Cabot e Tom Cowan
Hadas - Jesus Callejo
Os Mitos Celtas - Pedro Pablo G. May
Diccionario Espasa - J. Felipe Alonso
A Deusa Tríplice - Adam Mclean
La Mythologie Celtique - Y. Brékillen
La Reine et le Graal - C. Méla